A média que não abre porta
A escola apertou, a média não virou vitrine, e o caminho acadêmico "normal" pros Estados Unidos parece trancado. Bolsa por nota não vai acontecer. Ninguém te contou que existe outra chave.
Temporada em clube americano na Flórida
Uma temporada morando dentro de um clube que disputa liga profissional: treino todos os dias, jogo oficial toda semana, inglês por imersão, enquanto a equipe do clube trabalha pra colocar o seu futebol numa das 1.400 universidades que pagam pra ter jogador.
A pior hipótese daqui é o sonho de todo mundo aí fora.
Aplicou? Em até 5 minutos alguém da equipe te chama.
Antes de aplicar, faz a conta
Universidade americana de 4 anos, sem futebol
US$ 200.000A mesma universidade, entrando como atleta
US$ 15.000/anoAlunos nossos com bolsa integral, hoje
US$ 0Mais de 1.400 universidades americanas dão bolsa esportiva pra quem joga futebol.
O jogo no Brasil
Então essa página é pra você. Porque o problema quase nunca é o futebol. É o plano que te deram pra ele.
A escola apertou, a média não virou vitrine, e o caminho acadêmico "normal" pros Estados Unidos parece trancado. Bolsa por nota não vai acontecer. Ninguém te contou que existe outra chave.
Peneira de um dia, 400 moleques pra 3 vagas, olheiro que vai embora no intervalo. No Brasil, milhares de bons jogadores disputam migalha de oportunidade, e o seu futebol morre sem plateia.
Um mau movimento e a história acaba: sem diploma, sem inglês, sem plano B. Apostar a vida inteira numa única porta que quase nunca abre não é fé. É falta de mapa.
O agente ganha na transação: te coloca em qualquer lugar e o telefone para de tocar. Ele não responde por resultado. E o seu futuro fica esperando retorno no WhatsApp.
O seu futebol pode ser suficiente. O seu endereço é que não é.
A temporada
Enquanto você joga a temporada dentro do clube, uma equipe trabalha a sua vaga. O sonho e o plano B deixam de ser caminhos diferentes.
O clube disputa a UPSL e a USL 2, que é liga profissional. Súmula, estatística e vídeo de cada partida, durante meses.
Na prática: você joga na frente de quem decide carreira, com o material completo que treinador universitário exige pra avaliar um atleta.
Você mora dentro do clube: alojamento, academia, piscina, transporte e treino todos os dias com sol da Flórida o ano inteiro.
Na prática: seus pais não te entregam pro mundo. Te entregam pra uma estrutura. Você só precisa fazer uma coisa: jogar.
Você vive, treina e joga em inglês, num vestiário com atleta do mundo inteiro. Sem apostila, sem sala de aula.
Na prática: você volta fluente do único jeito que funciona: vivendo nele. É a fluência que a universidade americana exige.
A equipe do clube filma as suas partidas, monta o seu material, apresenta o seu futebol pros treinadores universitários e conduz a negociação da bolsa.
Na prática: é o trabalho que nenhum agente faz: enquanto você joga, tem gente trabalhando que nem louco pra te colocar numa faculdade com bolsa.
Onde os nossos atletas terminam
6 em cada 10 atletas vão direto pro college de 4 anos. Não é o milagre do programa. É o padrão do programa.
Case real · João Filipe Carvalho
A história dele começa igual à sua: jogava bem, sonhava em ser profissional, e a família já falava em largar a bola pra "focar nos estudos". Ele fez os dois: morou no alojamento, treinou todos os dias, jogou liga americana. Enquanto ele jogava, a equipe montou o material dele e apresentou pra universidades. Resultado: bolsa integral, mais US$ 1.700 por mês pra jogar. E ele é só um dos nossos vários cases.
Repara: a pior hipótese daqui é o sonho de todo mundo aí fora.
O clube


O Lakeland fica em Lakeland, na Flórida, no meio do estado que o brasileiro mais ama nos Estados Unidos, com sol o ano inteiro.
E aqui está o que importa: o clube disputa duas competições oficiais, a UPSL e a USL 2, que é liga profissional do sistema americano. Isso significa jogo de verdade toda semana, com súmula, vídeo e estatística. O menino não treina no vazio: ele joga em vitrine de verdade, sendo visto por olheiro de verdade.
O produto daqui não é treino nem moradia. É placement: colocar o atleta numa universidade americana com bolsa. Nas palavras de quem toca o clube: "trabalhamos que nem louco pra botar o moleque numa faculdade com bolsa."
Lakeland United FC · clube de futebolLakeland, Flórida, Estados Unidos · UPSL · USL 2
Os três caminhos
Caminho 1
Comissão na transação
O caminho Lakeland
9 meses por menos que 1 ano de junior college
Caminho 2
US$ 12.000 a 18.000 por ano
O investimento
O caminho sem futebol custa US$ 200.000o programa inteiro custa isso aqui:
9 meses dentro do clube, de agosto a abril
Por que 9 meses é o programa principal: cada mês a mais em campo é um ciclo a mais de recrutamento na frente dos olheiros. É o formato que maximiza a chance de placement.
Restrição real de calendário?O mesmo programa existe em janelas menores: versões reduzidas do mesmo resultado, não atalhos.
5 meses, de agosto a dezembro
US$ 8.500
4 meses, de janeiro a abril, casa com o calendário do brasileiro
US$ 7.000
3 meses, de maio a julho, a porta de entrada
US$ 4.500
O alojamento é dentro do clube e tem 36 camas por temporada. A turma fecha quando fechar a última. Não existe "abrir exceção".
E as janelas de recrutamento das universidades seguem calendário fixo. Adiar um ciclo não é adiar uma compra. É adiar um ano inteiro de vida.
As perguntas que todo mundo faz
A temporada em si não é matrícula acadêmica, e é justamente por isso que ela existe. A junior college conta desde o primeiro dia, mas te coloca no caminho dos 30%. O nosso trabalho é te colocar no caminho dos 60% que vão direto pro college de 4 anos, onde a temporada vira a chave da vaga com bolsa. Aí sim os estudos acontecem, nos Estados Unidos.
O agente ganha quando te coloca em qualquer lugar. Nós só ganhamos reputação quando te colocamos no lugar certo, e o programa completo de 9 meses custa menos que um único ano de junior college. Enquanto você joga, a equipe filma, monta o seu material e conduz a negociação da bolsa. Agente não faz isso.
Caro comparado com o quê? O caminho sem bolsa custa US$ 200 mil. A junior college custa de US$ 12 a 18 mil por ano. E temos aluno que pagaria US$ 60 mil por ano estudando de graça. Comparado com as alternativas reais, é a decisão financeira mais barata da vida acadêmica de um atleta.
Não. O inglês vem por imersão: você vive, treina e joga em inglês num vestiário internacional, do primeiro café ao último treino. É o único jeito que funciona de verdade, e é a fluência que a universidade vai exigir depois.